Ministra da Justiça defende reforço da tecnologia na formação de juízes

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Catarina Sarmento e Castro defendeu o reforço dos conhecimentos de tecnologia na formação de magistrados, bem como para os oficiais de justiça e para os trabalhadores na área dos registos.

A ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, defendeu na quarta-feira um reforço dos conhecimentos de tecnologia na formação de magistrados, bem como para os oficiais de justiça e para os trabalhadores na área dos registos.

Numa intervenção no âmbito da sessão de encerramento do “LAB Justiça — Programa de Inovação e Cultura”, no ISEG, em Lisboa, que formou nos últimos seis meses uma centena de dirigentes e gestores de projeto provenientes de 18 organismos e entidades do setor, a governante enfatizou a vontade de alargar o projeto a outras áreas da Justiça e diferentes regiões do país.

“É essencial um alargamento das competências de inovação e tecnologia nos currículos dos futuros profissionais ao serviço da Justiça — por exemplo, na formação do Centro de Estudos Judiciários –, assim como uma formação mais regular e avançada para os oficiais de justiça e de registos”, assegurou.

Catarina Sarmento e Castro reconheceu que “é necessário imprimir um ritmo ainda mais acelerado à concretização das mudanças” ao nível da tecnologia na Justiça, embora tenha feito um balanço “muito positivo” deste primeiro programa de formação intensiva, que contou com a participação de elementos da Procuradoria-Geral da República (PGR), Conselho Superior da Magistratura (CSM) e Polícia Judiciária, entre outras instituições.

“Estamos já a trabalhar para que esta iniciativa venha a abranger mais trabalhadores da Justiça”, reforçou a ministra, finalizando: “As transformações que todos almejamos só se constroem com as pessoas, razão pela qual é preciso, em primeiro lugar, motivar, inspirar e capacitar os nossos recursos humanos”.

De acordo com o Ministério da Justiça, este projeto visa “capacitar os serviços para uma execução mais eficiente do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)”, que ascende a 267 milhões de euros para o setor.

Fonte: eco.sapo.pt

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